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29 de março – O homem “temente a Deus”

Houve tempo em que a designação aplicada ao cristão era que ele era um homem “temente a Deus”. Não creio que você possa melhorar isso… Não significa medo covarde, nem significa “pavor que atormenta”, mas é esplêndida descrição do cristão genuíno. Este é necessariamente – como no-lo recorda, e de maneira assaz contundente, o capítulo sétimo deste evangelho (segundo Mateus) – alguém que vive no temor de Deus. Podemos dizer do nosso bendito Senhor que Sua vida foi vida no temor de Deus… Quão freqüentemente cristãos modernos, capazes, talvez, de dar brilhantes e notoriamente emocionantes testemunhos de alguma experiência que tiveram, não nos levam a pensar que são pessoas que temem a Deus, mas a impressão que deixam é que são gente do mundo, tanto no modo de vestir e na aparência como numa espécie de confiança fácil e ruidosa…

Aqui está a vida à qual somos chamados, e volto a sustentar que se cada crente da Igreja atual tão-somente estivesse vivendo o Sermão da Montanha, o grande avivamento pelo qual estamos orando e esperando tão ansiosamente já teria começado. Coisas admiráveis e espantosas aconteceriam; este mundo receberia tremendo impacto, e homens e mulheres seriam atraídos e levados para o nosso Senhor e Salvador Jesus Cristo.

Queira Deus dar-nos a graça de ponderar neste Sermão da Montanha e de lembrar… que estamos sob juízo, e que o edifício que estamos erigindo neste mundo e nesta existência terá de enfrentar a prova final do Senhor e o meticuloso exame feito pelos olhos do Cordeiro de Deus que outrora esteve morto.

Extraído do devocional “Mensagem para hoje – Leituras diárias selecionadas das obras de D. M. Lloyd-Jones” – sob autorização da Editora PES

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