Deus… revelou-se mediante a natureza, e o apóstolo Paulo argumenta em Romanos (1.19 s.) que ficamos indesculpáveis se não O vemos ali… Deus também se revelou na história. Ademais, Deus revelou-Se aos patriarcas do Velho Testamento de várias maneiras. Mas, como cristãos evangélicos, partimos do grande e central fato do Senhor Jesus Cristo. A Bíblia inteira gira realmente em torno dEle. O Velho Testamento fala dEle com antecedência. Fala-nos de Alguém que vem. A promessa parece vaga, nebulosa e indefinida em alguns pontos; mais clara e mais específica noutros; Mas está ali. Deus está para fazer algo, e Alguém há de vir. Finalmente, a Voz será ouvida. Uma Autoridade irá falar. A atitude do Velho Testamento é a de alguém que está esperando com intensa expectativa, por assim dizer. Depois, é claro, assim que chegamos ao Novo Testamento, o vemos repleto de Cristo…
Quando o apóstolo Paulo (nosso grande exemplo nessa questão de pregar, ensinar e evangelizar) foi a Corinto… Decidiu solenemente… “nada saber entre eles, senão a Jesus Cristo, e este crucificado”… Paulo resolveu que não ia perder tempo em discutir pressuposições com eles. Não iria começar com uma argumentação filosófica preliminar, para depois conduzi-los gradativamente à verdade. Não! Ele começa proclamando com autoridade o Senhor Jesus Cristo… Devemos voltar a agir assim… Temos que fazer-nos estultos por amor a Cristo, diz Paulo… (). Nós O afirmamos, nós O proclamamos, nós principiamos com Ele, porque Ele é a Autoridade última e final… Ele ocupa, realmente, a parte central de toda a nossa posição, e toda a nossa causa repousa sobre Ele… A reivindicação verdadeiramente grandiosa, feita pela mensagem global do Novo Testamento, é a da suprema autoridade do Senhor Jesus Cristo.