Essência
Cristo é o centro de todas as coisas, e Deus nos congregou nele com um propósito eterno: colocar Jesus em preeminência. O Senhorio de Cristo não é apenas uma confissão, mas uma experiência diária de submissão, amor e obediência. O chamado sacerdotal da igreja é interceder, buscar a face do Senhor e viver sob sua autoridade, reconhecendo que somente Ele pode salvar e transformar. O verdadeiro discípulo não vive para si, mas entrega sua liberdade por amor ao Senhor, à esposa e aos filhos, colocando Cristo acima de tudo.
O ponto de partida
O encontro dos irmãos é celebrado como obra do Senhor, que nos congrega em Cristo. O propósito divino é tornar a congregar em Cristo todas as coisas, tanto no céu quanto na terra, colocando-o em preeminência. A necessidade de oração surge diante das catástrofes e crises, lembrando o papel sacerdotal da igreja, chamada a interceder e buscar misericórdia para o mundo.
Desenvolvimento da Palavra
O Ministério Sacerdotal e a Responsabilidade da Igreja
A igreja foi constituída como reis e sacerdotes, trazendo uma responsabilidade ministerial profunda. O mundo, marcado por pecado e corrupção, não reconhece o Senhor, mas cabe à igreja interceder e buscar misericórdia. O papel do sacerdote não é julgar, mas invocar o Senhor, pois só Ele pode agir. O testemunho do avivamento nas Ilhas Fiji ilustra como a humilhação e o posicionamento da igreja diante de Deus podem transformar uma nação, levando até líderes a confessarem Jesus como Senhor. O posicionamento em Cristo e a obediência são determinantes para que o Senhor esmague Satanás debaixo dos pés da igreja, mas isso depende da submissão ao Senhorio de Cristo.
O Senhorio de Cristo: Confissão, Experiência e Obediência
A confissão de Jesus como Senhor é exclusiva do Espírito Santo. Judas nunca chamou Jesus de Senhor, apenas de mestre, enquanto os discípulos, após a descida do Espírito, passaram a confessar e pregar que Jesus é o Senhor. Toda língua confessará, por amor ou por obrigação, que Jesus Cristo é o Senhor. A salvação não é apenas crer em Jesus como Salvador, mas submeter-se ao seu Senhorio. O exemplo de Paulo em Atos 9 mostra que, após o encontro com Cristo, ele não ousa mais agir por conta própria, mas pergunta: “Senhor, que queres que eu faça?”. O desenvolvimento da salvação depende de seguir o Senhor, permitindo que Ele guie cada passo.
A vida de oração é essencial para quem reconhece Jesus como Senhor. Os apóstolos perseveravam na oração e no ministério da palavra, esperando que o Senhor falasse e dirigisse. Sem Cristo, nada pode ser feito; a oração é a expressão de dependência e submissão ao Senhorio de Jesus. O princípio de retorno à oração é a humilhação diante de Deus, reconhecendo sua soberania.
Liberdade, Amor e Prioridade: O Servo do Senhor
Êxodo 21 apresenta a prova do servo: a decisão de permanecer por amor ao Senhor, mesmo tendo liberdade. O servo que ama seu Senhor, sua esposa e seus filhos, renuncia à liberdade para permanecer sob o Senhorio. O amor ao Senhor é a prioridade, seguido pelo amor à esposa e aos filhos. O ministro destaca que a mulher é primeiramente do Senhor, depois do marido, e que o amor nunca falha, mesmo com o passar dos anos e as dificuldades. A verdadeira liberdade é renunciada por amor ao Senhor, escolhendo servi-lo e celebrar sua ressurreição.
O exemplo de Davi mostra que, quando perseguido, a atitude correta é orar e entregar tudo ao Senhor, nunca levantar a espada contra irmãos. O Senhor impede seus ungidos de pecar, salvando-os diariamente. O ungido é aquele que vive debaixo da unção de Cristo, reconhecendo-o como Senhor. A ordem de prioridades é clara: amar o Senhor, amar a esposa e amar os filhos. O ministro exorta a revisar a vida, avaliando se a liberdade tem sido mais amada que o Senhor e a família.
Nossa resposta ao Senhor
A confissão de Jesus como Senhor deve ser acompanhada de uma revisão sincera da vida, buscando orar e caminhar por amor ao Senhor. É necessário avaliar se a liberdade tem sido colocada acima da obediência e do amor ao Senhor, à esposa e aos filhos, e fazer uma oração de entrega e submissão.
Para guardar
- O Senhorio de Cristo exige submissão e obediência.
- O amor ao Senhor precede todas as outras prioridades.
- A vida de oração é fruto do reconhecimento de Jesus como Senhor.