No dia seguinte, ao amanhecer, os anjos insistiram: “Rápido! Tome sua mulher e suas duas filhas que estão aqui! Saia agora mesmo, ou também morrerá quando a cidade for castigada!”. Visto que Ló ainda hesitava, os anjos o tomaram pela mão, e também sua mulher e as duas filhas, e correram com eles para um lugar seguro, fora da cidade, pois o Senhor foi misericordioso. Quando estavam em segurança, fora da cidade, um dos anjos ordenou: “Corram e salvem-se! Não olhem para trás nem parem no vale! Fujam para as montanhas, ou serão destruídos!”. Mas Ló suplicou: “Não, meu senhor! Os senhores foram muito bondosos comigo, salvaram minha vida e mostraram grande compaixão. Não posso, contudo, ir para as montanhas. A calamidade também me alcançaria ali, e bem depressa eu morreria. Vejam, aqui perto há um vilarejo. É um lugar bem pequeno. Por favor, deixem-me ir para lá, e minha vida será salva”. “Está bem”, disse o anjo. “Atenderei a seu pedido. Não destruirei o vilarejo. Mas vá logo! Fuja para ele, pois não posso fazer nada enquanto você não chegar lá.” (Isso explica por que a vila era conhecida como Zoar.) — NVT