Um dia Jesus está andando e vê um homem chamado - Mateus, sentado na coletoria. Não hesita em confrontá-lo na plena atividade de seu negócio, dizendo-lhe: “Segue-me”. Mateus levantou-se, deixou tudo, e foi após Jesus. Vai aos filhos de Zebedeu e lhes diz a mesma coisa. Eles também deixam suas barcas, suas redes de pesca, seu pai e tudo mais. Eis aí Aquele que não vacila em falar em certo estilo ordenar-lhes: “Segue-me”. E eles O seguiam. Isso é o Evangelho em ação. Isso é evangelização. Assim a Igreja vem a existir. Assim a obra de Deus é levada avante.

Mas Ele foi ainda mais longe! Não titubeia em proclamar que tem poder de perdoar o pecado. E teve de enfrentar muitas dificuldades por proclamar isso. “Quem pode perdoar pecados senão Deus somente?”, dizia o povo. Mas Ele de fato perdoa pecados. Ele afirma que tem autoridade e poder, e se dispõe a prová-lo. Assim, diz ele ao homem: “Toma o teu leito e anda”, como sinal de que também tem poder de perdoar pecados… Com muita freqüência nós, ministros, ao pregarmos sobre textos dos evangelhos, tomamos essas coisas e as reduzimos a parábolas, acompanhadas de breves mensagens, belas e tranqüilizadoras. Mas, na verdade não tocamos a tecla certa: Devemos pregar o Senhor Jesus Cristo e afirmar Sua autoridade… Por que se espera que as pessoa queiram aceitar o Cristianismo? Porque… Ele faz isso ou aquilo. Ele promete felicidade. Dá paz e alegria… Isso é falsa evangelização. Nossa tarefa é pregar o Senhor Jesus Cristo, a Autoridade final… As seitas podem dar-lhe “resultados”. A Ciência Cristã pode dizer-lhe que se você fizer isto ou aquilo dormirá bem à noite, deixará de afligir-se, sentir-se-á mais sadio… Nós não temos que fazer isso. O que temos de fazer é proclamar a Ele, e trazer as pessoas para se defrontarem face a face com Ele.