(O Evangelho) é eficaz para cada um, para qualquer um, para todos… Nenhum tipo ou espécie de pessoa é excluído de seu escopo e de suas dimensões totalmente compreensivas… Todas as coisas das quais outros se jactavam e nas quais se vangloriavam eram parciais e sectárias em seu apelo, e limitadas quanto ao número dos seus adeptos. A todas faltava universalidade… e o que satisfazia a um era rejeitado por outro. . . O mundo estava dividido e a discórdia prevalecia…
Mas o Evangelho de Cristo é diferente. É para toda e qualquer pessoa. Seu segredo está em que nada postula ao homem exceto o reconhecimento de defeito, pecado e fraqueza… O Evangelho não está interessado em nossas diferenças naturais. Focaliza o que compartilhamos em comum pecado e rebelião contra Deus, fracassos em nossas vidas, e o sentimento de vergonha. Ele elimina todas as distinções colocando-nos todos juntos perante Deus. E ele o faz, também, pressupondo a nossa fraqueza e incapacidade, fazendo a sua eficácia depender do poder do próprio Deus.
Portanto, não importa quem somos ou o que somos.
Ninguém pode ser demasiado alto nem demasiado baixo para isto. Não entram em consideração distinções tais como sábio e estulto, grande e pequeno, culto e ignorante, rico ou pobre. Não há mais judeu e gentio, bárbaro ou cita, homem ou mulher, escravo ou livre. Deus a todos nos vê como almas perdidas e sem esperança, incapazes e desamparadas. E a todos Ele nos oferece igual salvação.