Teu Filho não poupaste, ó Pai celeste!Deste-O em prol de um mundo perdido.E, em Tua graça, com esse bendito Ser tudo Tu nos deste!

Um dia um fazendeiro foi feliz, com o coração repleto de alegria, contar à esposa e aos filhos que sua melhor vaca tivera um par de bezerros. um vermelho e outro branco. E disse:«Sabem vocês, veio-me de repente a ideia e o Impulso de que devemos dedicar um desses bezerros ao Senhor. Vamos criá-Ios juntos e, quando chegar a hora, venderemos um e ficaremos com o dinheiro, e venderemos o outro e daremos o dinheiro à obra do Senhor». Sua esposa perguntou-lhe qual deles se destinaria ao Senhor. «Não é preciso molestar-nos com isso agora», respondeu ele; «trataremos de ambos do mesmo modo, e quando chegar o tempo certo faremos o que eu disse»… Poucos meses depois o homem entrou na cozinha com a cara mais infeliz e abatida. Quando sua mulher lhe indagou o que o afligia, ele respondeu: «Tenho más novas para você. Morreu o bezerro do Senhor». «Mas», disse ela, «você não tinha resolvido qual seria o do Senhor». «Oh, sim», disse ele; «todo o tempo a minha decisão foi que seria o branco, e foi o branco que morreu. Morreu o bezerro do Senhor». Podemos rir desta história, mas não permita Deus que estejamos rindo de nós mesmos. É sempre o bezerro do Senhor que morre. Quando o dinheiro escasseia, a primeira coisa em que economizamos é a possa contribuição à causa de Deus. E sempre a primeira coisa a ser abandonada. Talvez não devamos dizer «sempre», pois seria injusto; mas, para muita gente, essa é a primeira coisa, e as coisas de que gostamos são as últimas a sofrerem corte. . . Acontecimentos assim tendem a interpor-se entre nós e Deus, e a nossa atitude para com eles determina, em última instância, a nossa relação com Deus. O simples fato de que cremos em Deus, e de que Lhe chamamos Senhor, Senhor, e da mesma forma com Cristo, não é prova, em si e por si, de que O servimos, de que reconhecemos e acatamos Sua absoluta exigência.