Então Jacó disse a José: “Nunca imaginei que voltaria a ver seu rosto, mas agora Deus me permitiu ver também seus filhos!”. José tirou os rapazes de junto dos joelhos do avô e se curvou com o rosto no chão. Em seguida, colocou os rapazes na frente de Jacó. Com a mão direita, colocou Efraim diante da mão esquerda de Jacó e, com a mão esquerda, colocou Manassés sob a mão direita de Jacó. Mas, ao estender as mãos para colocá-las sobre a cabeça dos rapazes, Jacó cruzou os braços. Pôs a mão direita sobre a cabeça de Efraim, embora fosse o mais novo, e a mão esquerda sobre a cabeça de Manassés, embora fosse o mais velho. Em seguida, abençoou José, dizendo: “Que o Deus diante do qual andaram meu avô, Abraão, e meu pai, Isaque, o Deus que tem sido meu pastor toda a minha vida, até o dia de hoje, o Anjo que me resgatou de todo o mal, abençoe estes rapazes. Que eles preservem meu nome e o nome de Abraão e Isaque, e seus descendentes se multipliquem grandemente na terra”. José, porém, não se agradou quando viu o pai colocar a mão direita sobre a cabeça de Efraim. Por isso, levantou-a para passá-la da cabeça de Efraim para a cabeça de Manassés. “Não, meu pai”, disse ele. “Este é o mais velho; coloque a mão direita sobre a cabeça dele.” Mas seu pai se recusou e disse: “Eu sei, meu filho; eu sei. Manassés também se tornará um grande povo, mas seu irmão mais novo será ainda maior. E seus descendentes se tornarão muitas nações”. Assim, Jacó abençoou os rapazes naquele dia com a seguinte bênção: “O povo de Israel usará seus nomes quando pronunciarem uma bênção. Dirão: ‘Deus os faça prosperar como Efraim e Manassés!’”. Desse modo, Jacó pôs Efraim adiante de Manassés. — NVT